CONSEQUÊNCIAS DA HIPOTERMIA SOBRE A ANESTESIA:

  • Aumento da duração dos BNM (Bloqueadores Neuromusculares), da concentração plasmática do propofol e da cardiotoxicidade da bupivacaína, além do aumento da dificuldade na monitorização da oximetria de pulso, devido a diminuição da perfusão periférica (vasoconstrição);
  • Diminuição da CAM dos anestésicos halogenados em 5% por grau centígrado de temperatura (Concentração Alveolar Mínima);
  • Promove a recuperação prolongada e provoca instabilidade hemodinâmica;
  • Impacto na função cognitiva (idosos);
  • Prolonga hospitalização, elevando custos de internação hospitalar, diminuindo a satisfação do paciente;
  • Acréscimo do tempo de recuperação anestésica, que consequentemente leva aos seguintes fatores: aumento da permanência do paciente e da incidência de tremores musculares na S.R.P.A, e no gasto de oxigênio. Prolonga a permanência em sala cirúrgica, diminuindo a rotatividade de cirurgias.

Geralmente, após o ato cirúrgico, os pacientes se queixam mais do frio ao qual foram expostos, causando tremores e extremo desconforto, relatando que tal situação é até pior que a DOR proveniente do ato cirúrgico no pós-operatório.

Em se tratando de manutenção da temperatura corporal no período pré, intra e pós-operatório, visando o bem-estar e segurança do paciente, bem como a tranquilidade da equipe médica e otimização dos procedimentos cirúrgicos, a escolha segura e eficaz, por sua precisão, eficácia e controle, é a terapia SAF.

O SAF é a garantia de satisfação em atingir um objetivo maior, comum aos profissionais de saúde e às instituições, planos de saúde, sistemas públicos como o SUS, equipes de resgate, recuperar e salvar vidas.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA: 9. MARTA AZENHA, ET AL. PROPOSTA DE CONSENSOS DE MANUTENÇÃO DA NORMOTERMIA NO PERÍODO PERIOPERATÓRIO. REVISTA DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ANESTESIOLOGIA. VOL 26 – NO.1 – 2017;

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